O pãe

Muitas pessoas vieram me parabenizar pelo Dia das Mães no último fim de semana…

Gente que me considera um “pãe” ou algo assim…

Eu agradeço aos parabéns, mas discordo deste termo.

Pai nunca vai ser mãe. Pode chegar perto disso, pode ser até mais atencioso, por que não? Mas mãe é um negócio diferente. A mamãe tem um carinho, cuidado, atenção, dedicação, capricho, zelo, que eu nunca, MAS NUNCA MESMO, vou ter.

Vejo pela minha mãe comigo, com meus irmãos e com a Laura. Tudo na risca, na essência do detalhe e da perfeição.

Eu sou uma espécie de pai atencioso e que ama a filha sem tamanho.

Só.

Me chamar de “pãe” é exagero, pô.

“Pão” pode chamar.

Pão

Pão

Pultz, que gíria velha.

Mas nem meu Vô Santo Fuoco no auge da sua juventude era chamado de “pão” pelas menininhas que apreciavam a tradicional, estonteante e natural beleza napolitana dos Fuocos…

3 thoughts on “O pãe

  1. Ashauhsauhsuahsauhsuahsuashuahsuhsauhs!
    Essa de “pão” eu não conhecia (isso que sou mais velha que tu Gui)!
    Como dizem na região onde moro, tu ainda é um “pesco” e dá o maior caldo!!
    auhsauhsausaushuahsauhsuahsuahsuahsuahsu!
    Beijos xuxuu

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